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  • Gustavo Aragão

22 DE AGOSTO - DIA NACIONAL DO FOLCLORE

CURIOSIDADES SOBRE O FOLCLORE BRASILEIRO

PRIMEIRO ENCONTRO DO CLUBE DO LIVRO - SEGUNDO SEMESTRE 2021



Em comemoração ao Dia Nacional do Folclore, o Clube do Livro realizará na tarde do dia 26 de agosto, às 14h30, por meio do link: https://meet.google.com/tnd-zeqw-owt,

o primeiro encontro do segundo semestre de 2021. O encontro será pra lá de especial e contará com a presença do escritor sergipano, Matheus Luamm, que no evento lançará sua mais nova obra “Almanaque Folclórico”, que alude a lendas, personagens, adágios, tradições que são próprias da Cultura Popular.


No Brasil, celebra-se, no dia 22 de agosto, o Dia Nacional do Folclore, em que é festejado o conjunto de manifestações culturais do nosso povo. O folclore brasileiro é bem diversificado e conta com contribuições dos povos originários das terras brasileiras: indígenas, europeus e africanos; povos formadores da identidade nacional. Firma-se como a junção de mitos, lendas (da mandioca, bicho papão, homem do saco, loura do banheiro), brincadeiras (de roda, pião, pimbarra, esconde-esconde), danças (Cacumbi, Taieira, São Gonçalo, Parafuso, Reisado, Lambe-sujo e Caboclinhos, samba de coco) cantigas (de roda, emboladas, repentes), festas (do Divino, Cavalhada, Reisado, Chegança, Festa do Caretas, Festa do Bom Jesus dos Navegantes, Festa do Mastro, Folias de Reis, São João, Bumba-meu-boi), culinárias (beiju, pamonha, canjica, pé de moleque, feijoada, ambrosia, pastel de Belém), costumes (superstições, rezas e crendices), repassados de geração a geração e que habitam nosso imaginário.


Além das narrativas e de toda a riqueza das manifestações populares, são inúmeros os personagens e criaturas,

que preenchem o imaginário folclórico do povo. Em um país tão vasto como o Brasil, as diferentes regiões possuem personagens representativos, como: curupira, saci-pererê, mula sem cabeça, Iara, o boto cor-de-rosa, o lobisomem, o fogo-corredor, dentre outros.


Todas essas manifestações constituem a cultura nacional e, na sua diversidade, identificam a pluralidade do povo brasileiro e suas riquezas. Como disse Luiz Antônio Barreto, na obra Folclore – Invenção e Comunicação (2005, p. 22), “em toda a história humana as sociedades organizaram as culturas e viveram de suas memórias”.


Gustavo Aragão Cardoso (Coordenador de Linguagens)



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